Quais os erros mais comuns dos portugueses a falar inglês?
Os falantes de português cometem erros muito previsíveis em inglês — e isso é uma excelente notícia: erros previsíveis corrigem-se de forma sistemática. Conhecê-los é meio caminho para os eliminar.
Nos falsos amigos, os clássicos: dizer actually a querer dizer 'atualmente' (é 'na verdade'; atualmente é currently), pretend por 'pretender' (é 'fingir'; pretender é intend), assist por 'assistir' (é 'ajudar'; assistir é attend ou watch), e confundir push (empurrar) com 'puxar' — o erro favorito de todas as portas.
Na gramática, os padrões repetem-se: usar o present simple onde o inglês exige o present continuous ('I work now' em vez de 'I'm working now'), esquecer o sujeito obrigatório ('Is raining' em vez de 'It's raining'), traduzir 'ter razão' e 'ter fome' com have em vez de be ('I have right' em vez de 'I'm right'), e o eterno 'I have 30 years' — quando a idade, em inglês, é-se: 'I'm 30 years old'.
Na pronúncia, o 'th' substituído por 't' ou 'f', o 'h' mudo onde devia soprar (house, happy) e as vogais curtas e longas trocadas (beach e ship merecem cuidado especial). Todos estes erros têm correção definitiva quando alguém tos explica em português, comparando as duas línguas lado a lado — é exatamente essa a abordagem do The Secret of English, feito por e para quem parte do português.
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