Inglês britânico ou americano: qual aprender?
É uma das primeiras perguntas de quem começa — e a resposta vai aliviar-te: importa muito menos do que pensas. O inglês britânico e o americano são a mesma língua com sotaques e alguns detalhes diferentes; um britânico e um americano conversam sem qualquer dificuldade, tal como um português e um brasileiro.
As diferenças reais resumem-se a três áreas: pronúncia (o 'r' americano é mais marcado, certas vogais mudam), vocabulário pontual (lift/elevator, lorry/truck, autumn/fall — algumas dezenas de palavras do dia a dia) e ortografia (colour/color, centre/center). A gramática é praticamente idêntica, com meia dúzia de preferências de uso.
O conselho prático: escolhe como referência a variante que mais vais ouvir e usar — pela profissão, pelos conteúdos que consomes, pelos países com que te relacionas — mas expõe o ouvido às duas. No mundo real vais cruzar-te com sotaques britânicos, americanos, australianos, indianos e todos os outros; o inglês é hoje uma língua global, e a flexibilidade do ouvido vale mais do que a pureza do sotaque.
Nos exames internacionais, as duas variantes são aceites — só se pede consistência, sobretudo na escrita. Portanto, não deixes que esta dúvida te atrase um único dia: qualquer que seja a tua escolha, o caminho de aprendizagem é o mesmo, e é esse caminho que o The Secret of English te ensina a percorrer.
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